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Exigências
O
vidro é basicamente usado para clarear, seja para
proporcionar uma vista completa ou para prover
iluminação. Alem destas propriedades natural, o vidro
pode também ser requerido a suprir uma ou mais das
seguintes exigências.
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Resistência
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Isolação térmica
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Resistência ao fogo
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Segurança
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Controle solar
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Resistência térmica
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Isolação de ruído
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Proteção
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Normas técnicas nacionais
Para a resistência de carga, os produtos de vidro
precisam ser projetados de acordo com as circunstancias,
levando em conta o peso, as condições de suporte e o
tipo de vidro. Muitos dos cálculos são relativamente
simples, mas apenas o projetista tem o conhecimento
relevante de cargas que podem ser aplicadas. O
fornecedor de vidro não pode determinar a espessura
apropriada e o tipo de vidro sem o devido conhecimento,
onde aplicável, de cargas de vento, cargas de neve,
cargas gerais da construção (por exemplo: para
obstáculos e pisos) e carga de manutenção.
O
tipo de vidro pode ser influenciado por outras
exigências. O tipo de vidro mais resistente é o
temperado, seguido pelo vidro endurecido, o vidro float,
o vidro jateado, e o vidro aramado. A resistência do
vidro laminado depende de como ele é feito - não é mais
forte que o componente mais fraco. A laminação em nada
contribui para que resista à quebra, apenas afetando o
comportamento depois da ruptura.
A
flexão sob carga também deve ser considerada, pois o
publico em geral pode se assustar com vidro que flexiona
muito sob carga. Este é particularmente o caso onde o
vidro temperado é usado com o mínimo de suportes,
conduzindo a limitação da robustez.
O
tipo de vidro (recozido, temperado, laminado) e a
espessura tem pouco efeito no isolamento térmico. Esta é
amplamente influenciada pela cavidade ou cavidades entre
as laminas das unidades insuladas em termos de largura
da cavidade (a largura ideal é de 16mm ou pode ser
menor, dependendo do gás utilizado ), gás contido na
cavidade (ar, argônio, etc.) e da emissividade das
superfícies do vidro defrontando-se com a cavidade.
As
duas primeiras dessas são independente do vidro.
Coberturas low-E são aplicadas no vidro para aperfeiçoar
a instalação térmicas. Boas características de isolação
térmicas podem ser alcançadas usando coberturas low-E
rígidas mas, freqüentemente, coberturas low-E fabricadas
fora da linha de produção, e que são geralmente
flexíveis aproximam-se mais do ideal teórico.
O
vidro não queima, mas não é naturalmente resistente ao
fogo já que quebra facilmente quando sujeito ao calor.
Ele também não tem qualquer capacidade de proteger-se do
calor natural.
A
resistência ao fogo é alcançada pelo impedimento do
vidro quebrado cair em pedaços, pela introdução de uma
tela, ou pela laminação ( a intercamada geralmente
precisa ser de material especial resistente ao fogo);
usando um vidro de baixa expansão térmica ((Ex: silicato
de boro, cerâmica de vidro); ou fazendo o vidro mais
resistente à quebra por tempera ou resistente ao calor
por outros processos.
No
caso do vidro laminado, a proteção ao calor pode ser
obtida pelo uso de intercamadas intumescentes.
Há
limitações severas em todos os produtos com respeito a
cores e coberturas. O vidro aramado e os laminados
intumescentes não podem ser temperados ou tornados
resistentes ao calor. Apenas o vidro aramado é
facilmente curvado. Muitos produtos podem ser
incorporados em unidades insuladas, com limitações.
A
resistência ao fogo geralmente exige que o vidro seja
totalmente encaixilho, em madeira ou aço (alumínio
possui um baixo ponto de fusão). Em ambos os casos, o
caixilho deverá ser mais resistente que o normalmente
exigido e deve ser submetido ao teste de resistência ao
fogo. Muitos dos vidros resistente ao fogo exigem
projetos de armações especiais e o fabricante deve ser
consultado sobre os detalhes específicos.
Segurança
Segurança é um conceito relativo. O vidro temperado
quebra- se em pequenos e rombudos fragmentos (se for bem
temperado) mas tende a cair de suas guarnições. O vidro
laminado tende a manter- se no lugar quando quebrado. O
vidro aramado tende a manter- se unido quando quebrado,
mas arames especiais, mais resistente, são necessário
para resistir efetivamente ao impacto humano acidental.
O
vidro recozido não é normalmente considerado como um
vidro de segurança, mas um vidro float grosso é difícil
de quebrar-se sob impacto humano acidental. O vidro
endurecido não é normalmente considerado como um vidro
de segurança.
Filmes de segurança podem ser aplicados ao vidro para
convertê-lo num vidro que se comporta de uma maneira
similar ao vidro laminado.
Muitos países possuem um teste de impacto de pêndulo que
é usado para testar o vidro de segurança. Embora
semelhante, estes não são necessariamente equivalentes
entre si. Quando o vidro de segurança é exigido pelos
regulamentos, padrões, ou especificações, ele deve
sujeitar-se ao nível apropriado do teste de pêndulo para
aquele país.
O
controle solar é obtido pelo uso de produtos de vidro
coloridos ou vidros metalizado. O vidro colorido pode
fornecer controle solar de nível médio com reflexões
limitadas. O vidro metalizado pode produzir um controle
solar muito bom, mas é mais eficiente se altamente
refletivo. A posição mais favorável para coberturas de
controle solar está na superfície externa da construção,
mas poucas coberturas são suficientemente duráveis para
esta aplicação.
O
vidro de controle solar em unidades insuladas deve ser
para uso exterior. Geralmente é pouco eficiente usar um
vidro de controle solar para fins de interior.
Luz é parte da energia do sol e representa
aproximadamente 54% da energia solar. Qualquer produto
de controle solar, embora seletivo em sua absorção ou
reflexão de radiação solar, reduzirá a transmissão da
luz. A relação entre a transmissão da luz e transmissão
de energia solar total não pode exceder aproximadamente
1,9.
A
resistência do vidro à quebra por pressão térmica
depende da qualidade da sua borda e se é do tipo
resistente. A pressão térmica é normalmente gerada pela
exposição da parte central do vidro ao calor do sol,
enquanto as bordas estão em uma moldura e permanecem
mais frias. Muitos fabricantes tem procedimentos para
avaliar o risco de quebras térmicas em vidros recozidos,
que leva em consideração fatores como:
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Absorção de calor do vidro
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Propriedades de transferência de calor das cavidades de
unidade insuladas
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Localização de construção
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Orientação e inclinação
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Tipo e design da moldura
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Presença de blindagens (ou protetores)
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Outros detalhes que possam captar calor e refleti-lo de
volta ao vidro (suportes)
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Sombreamento
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Sistemas de aquecimento
Se
o vidro recozido com boas bordas corre o risco de uma
quebra térmica, então o vidro endurecido deve ser usado.
A
isolação sonora
A
isolação sonora, contra o som transportado pelo ar, é
melhor alcançada usando-se uma única chapa espessa. Os
produtos laminados, especialmente aqueles que incorporam
resinas leves acústicas, podem aperfeiçoar o desempenho
significativamente.
Se
o vidro é separado em uma umidade de vidro insulada
(dupla), o ruído da insulação é reduzido; no entanto,
8mm combinado com 4mm não é tão bom como um único de
12mm. O vidro triplo é geralmente pior que o vidro
duplo. Os melhores resultados são obtidos com diferentes
espessuras de chapas na unidade. Melhor resultado contra
o som de conversas pode ser obtido usando-se gás
hexafluoreto sulfúrico (SF6) na cavidade, mas não é
eficiente contra os ruídos de transito. Todos os outros
gases para cavidade fazem pouca diferença para a
isolação sonora e a variação na extensão da cavidade de
6mm para 20mm também não faz diferença.
Dependendo do tipo de vidro, uma única chapa e unidades
insoladas atingem uma isolação sonora entre
aproximadamente 25dB e 50dB. Acima de 50dB, a única
opção é uma construção de chapa dupla com uma extensa
cavidade (100mm ou mais) revestida com material de
absorção sonora.
O
vidro é normalmente conhecido como um material frágil e
fácil de quebrar. Ele pode tornar-se mais resistente
pela tempera, mas o vidro temperado quebra-se em
pequenos fragmentos que só facilmente desprendidos.
Segurança é normalmente conseguida pelo uso do vidro
laminado. O numero e espessuras das camadas de vidros e
das intercamadas é importante na obtenção de um nível
particular de segurança.
O
tipo de vidro a ser usado depende de algumas
determinações do risco. Até vidro aramado, que tem uma
resistência muito pobre ao impacto, pode atuar como
vidro de segurança, porque as pessoas são dissuadidas a
atacar pela presença dos arames. Um vidro laminado fino,
de 6,8mm de espessura, não é usualmente considerado como
um vidro de segurança, mas deterá com freqüência o
invasor por não cair imediatamente em fragmentos.
Contudo uma intercamada de PVB com 1,5mm (em uma unidade
de vidro laminado de 7,5mm ou 11,5mm é geralmente
considerada como o mínimo de segurança e resistira a
abertura de rombos causados por um instrumento de
impacto.
Resistência adicional contra ataques por machados ou
marretas podem ser obtida aumento da espessura e o
numero de camadas e intercamadas de 30mm ou maiores.
Melhorias também podem ser obtidas pela substituição de
alguns dos vidros por policarbonato.
Na
espessura de 30mm, o vidro oferecerá resistência a prova
de balas, embora para dar resistência efetiva a tiros
com o mínimo de estilhaços (que poderia por outro lado
ser quase tão perigoso quanto ao tiro) a construção
poderia ser aperfeiçoada.
Espessuras em torno de 30mm são necessárias para
resistir a pequenas armas de mão, por volta de 45mm para
resistir a espingardas e de 55mm a 75mm para resistir as
balas de rifles.
Para resistir a explosões, o vidro tem que
necessariamente ser grosso ou forte. As mais importantes
características são absorção de energia e permanecer na
posição, portanto o vidro laminado com PVB de 7,5mm,
adesivamente lacrado em profundo rebaixos em uma moldura
sólida, é resistente a força explosiva substanciais.
Pode ser contra produtivo tornar o vidro resistente
demais, já que transferiria as forças para a moldura e a
estrutura de construção ( com possíveis conseqüências
adversas para toda a construção), em vez de absorvê-las
no vidro.
Quando os fornecedores fornecem vidros para um projeto,
eles providenciam produtos que obedecem as
regulamentações e aos padrões nacionais. Este
procedimento é freqüentemente tornado mais difícil pelo
projetista, que, com as melhores das intenções, reúne
especificações referentes a muitos padrões diferente de
diversos países de origem.
No
Reino Unido, por exemplo, regularmente se vêem
especificações com exigências aos padrões DIN (Alemanha)
e ASTM (Estados Unidos).
Infelizmente, estes podem não Ter equivalência direta
com os padrões do Reino Unido, já que o vidro disponível
naquele mercado não é classificado dessa forma, podendo
ser contraditórios aos padrões locais, ou até não serem
permitidos por lei. O mesmo é provável que ocorra em
outros países.
Onde os projetistas operam internacionalmente, precisam
Ter cuidado sobre o uso padrões originários fora do país
onde o prédio está.
Os
fabricantes de vidro tem produtos capazes de preencher a
maioria das exigências. Contudo as mudanças não são
constantes e os produtos podem apenas estar disponíveis
em tamanhos limitados. O projetista deve estabelecer
ligação com os fabricantes durante os estágios de design
para assegurar-se que tipo de produto, tamanho, método
de envidraçamento e design são apropriados para as
exigências inseridas no vidro.
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